terça-feira, 13 de agosto de 2013

"O BEBÊ DE OUTUBRO" : UM FILME A FAVOR DA VIDA!



http://blog.cancaonova.com/radiofm/files/2012/12/391948944octoberbaby415.jpgSanto Tomás de Aquino diz em sua Suma Teológica que o direito à defesa deve ser proporcional à força do ataque. Partindo dessa máxima, vemos que nos últimos anos vem sendo terrivelmente desproporcional a relação entre as investidas das forças contrarias à vida e as que a valorizam ou a defendem. Deste modo, diante de tantos filmes da indústria midiática que propõem a vida descartável, quero recomendar o filme dos diretores Andrew Erwin e Jon Erwin “O Bebê de Outubro - 2011” que além de uma película com qualidade próxima à qualidade hollywoodiana traz uma mensagem confortável a toda família.

“Bebê de Outubro” é um filme romântico que trás uma dose moderada de investigação. Uma emocionante trajetória em busca do significado da vida e um elogio à defesa da vida em todas as instancias, uma abordagem artística e singela contra o terrível mal de nosso século que é a cultura abortiva da morte.
Seu enredo se baseia na história da jovem protagonista Hannah, que desenvolve problemas de saúde que a princípio sem motivo ou doença específica, porem no decorrer da trama, a heroína vasculha a sua própria história, e descobre que tais problemas são consequências psicológicas de um aborto mal sucedido de sua mãe. Após a descoberta dolorosa de terem tentado matá-la quando ainda era indefesa, Hannah se depara com mais outra notícia arrebatadora, ela é adotada e teve um irmão gêmeo que morreu três meses depois de seu nascimento. A menina, então, sai em busca de respostas. Ela quer saber o porquê de seus pesadelos, do sentimento de rejeição, e da terrível inclinação de tirar a própria vida.

Em seu cartaz, o autor deixa bem claro o seu posicionamento a favor da vida, que tenta persuadir ao publico para essa mensagem tão emergente, desde os pequenos detalhes até ao final da trama: “Cada vida é preciosa!”. A menina ao se deparar com o seu passado traumático, tenta imediatamente se recompor e traçar seu caminho de volta ao perdão para continuar a viver sem os fantasmas do passado. O filme é emocionante! Emoção essa que dificilmente conseguirei coloca-la em palavras, por isso recomendo conferir com os seus próprios olhos. 

Ao final do filme, o expectador se surpreende com o testemunho de uma das atrizes que fez o papel da mãe abortiva, que fora escolhida pelo diretor sem o mesmo saber que justamente a 15 anos passou por um aborto semelhante ao relatado no filme, a mesma conta em lágrimas que a gravação da cena em que a filha lhe entregara a pulseira de berçário com um papel escrito “Eu te perdoo mãe!”  era Deus quem a abraçava, perdoava  e a curava do pecado do aborto.

Levando em consideração o método de defesa de Santo Tomás de Aquino citado acima, concluo meu texto fazendo votos que, à mesma intensidade de que se produzem panfletagens cinematográficas ou artísticas em geral  que degradam a vida e incitam a possibilidade de descarta-la, possa surgir artistas e empresários católicos conscientes para também se produzir obras que evidenciem o nosso bem supremo, que é digno de defesa a qualquer custo, inclusive com a beleza da arte.

Que São Lucas e São Genésio de Roma, ambos padroeiros dos artistas interceda por essa graça urgente!
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